Arquivo para dezembro 2014 | Página mensal de arquivo

Formação A COPO promovida pela ViniPortugal para incentivar o Bom Serviço de Vinho

O canal Horeca é convidado pela ViniPortugal a participar na formação que será realizada do próximo dia 05 de Janeiro, a partir das 15h, na Sala de Provas dos Vinhos de Portugal, no Palácio da Bolsa, no Porto. Esta iniciativa tem por objectivo formar o sector da restauração a nível nacional, reforçar o seu conhecimento do vinho nacional e transmitir as inúmeras vantagens do serviço de vinho a copo.

A formação é de inscrição gratuita e será organizada entre 15h e as 18h e conduzidas pela formadora Daniela Macedo. É promovida no âmbito das formações A Copo e está focada no serviço a copo, pretendendo evidenciar que o vinho a copo pode ser um factor diferenciador e potenciador da fidelização de clientes. De forma complementar, a formação procurará ainda aperfeiçoar as competências dos participantes relativamente ao produto vinho e melhora o conhecimento dos formandos sobre os Vinhos de Portugal.

Os interessados poderão procurar mais informações na página https://www.facebook.com/pages/A-COPO/166157413418827 ou contactando o número 213569890

Fonte:  Wines of Portugal

Vinhos do Douro são reconhecidos internacionalmente

A revista Wine Spectator’s distinguiu três vinhos da região do Douro no Top 4 dos 100 melhores vinhos deste ano. Paul Symington, produtor de dois dos vinhos premiados, o Dow’s 2011 (1º lugar) e o Crysseia 2011 (3º lugar), sustenta que “há muitos superlativos que se aplicam ao Douro. Muitos de nós argumentam que é a área vitícola mais bonita do mundo”. Embora a região seja principalmente conhecida pelo porto, os vinhos de mesa estão a entusiasmar o mundo do vinho.

O vinho Quinta do Vale do Meão da colheita de 2011, é também um orgulho para a região Duriense, tendo conseguido o 4º lugar Top 4 dos 100 melhores vinhos deste ano, para a revista Wine Spectator.
Os três vinhos premiados são da mesma colheita, do ano 2011. Este foi um ano excecional para as vinhas que se erguem em socalcos nas margens do Douro, uma das regiões vinícolas demarcadas mais antigas do mundo. A reputação internacional dos seus vinhos de mesa começa na década de 1990, com a dependência em relação aos vinhos do Porto e a projeção de vinhos brancos e tintos de qualidade.

As técnicas de refrigeração foram melhoradas e o desmantelamento das leis ocultas projetadas para proteger os produtores de porto tradicional desencadearam a mudança diz Mario Medeiros que renovou o seu negócio familiar em 2004. O jornalista e produtor de vinhos tintos da família Medeiros sustenta que o Douro “é uma região vitivinícola montanhosa logo tem micro-climas e micro-micro-climas. Na mesma vinha podem existir duas encostas com características completamente diferentes”. A proximidade com o rio também afeta a variedade de vinhos nos solos. “Depois, há a tradição vitivinícola única”, acrescenta. “Tudo o que contribui para a riqueza dos vinhos que são feitos lá. É uma região complexa, tão complexa como o vinho que produz. “

O sucesso da região no desenvolvimento de vinhos de mesa é também, em parte, explicado pelo surgimento de uma nova geração de enólogos, ou especialistas de vinificação, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. “Eles começaram com a introdução de novas técnicas e novas ideias e nós percebemos que poderíamos utilizar as mesmas variedades de uvas que já usávamos e fazer com elas ótimos e memoráveis portos e alguns vinhos tintos muito interessantes”, diz Symington.

“O Douro tem tudo”, disse Cunha. “Tem história, um grande solo, uma variedade de uvas únicas e um clima fantástico. Tal significa que podemos produzir vinhos muito distintos de grande qualidade. Leva tempo para uma região vinícola para realmente afirmar-se”, acrescentou, “por isso é incrível o reconhecimento internacional que o tem vindo a receber quando consideramos que esta transformação só começou na década de 1990″.

A UNESCO declarou a região Património Mundial da Humanidade em 2001. O Enoturismo está a ganhar ritmo com a abertura de hotéis vinícolas. Muitas pousadas de vinho do porto carregam os nomes das antigas famílias, incluindo a Taylor, Graham e Cockburn, que dominava a exportação dos doces, vinhos fortificados na Grã-Bretanha.

Os enólogos do Douro estão convencidos que a atual onda de interesse internacional é apenas o começo. “Isto vai continuar”, diz Cunha. “Este reconhecimento internacional está a dar aos nossos produtores mais força para continuar a produzir estes grandes vinhos.”

Fonte:  Wines of Portugal

Olivença – Na outra margem do Guadiana ainda há esperança para o português oliventino

Em Olivença o tempo não apagou a marca portuguesa de séculos nos monumentos, na história, nos costumes, nas palavras e nas cantigas. Na localidade raiana, situada do outro lado do Guadiana, há projectos de recuperação do português oliventino e de marcas etnográficas que ainda resistem.

Vinho português é o vinho do ano 2014 na Finlândia

A Alko, o retalhista monopólio de bebidas alcoólicas na Finlândia, nomeou o vinho “Quinta das Setencostas” (2010) da Casa Santos Lima como o melhor vinho tinto do ano. Este destacou-se numa lista composta por mais de 1500 vinhos.

“O ‘Quinta das Setencostas 2010′ é vendido abaixo de 10 euros, enquanto o prémio de melhor vinho branco, o ‘Domaine Laroche Chablis 1er Cru Les Vaudevey 2011′ é vendido a 27,90 euros”, realça, em comunicado, Vasco d’Avillez, presidente da CVR Lisboa.

O mercado finlandês está no top 5 dos mercados mais importantes na Europa para os Vinhos de Lisboa, a seguir ao Reino Unido, Polónia, Alemanha e Dinamarca.

Fonte:  Wines of Portugal

Olivença – «A chama da cultura portuguesa nunca morreu em Olivença» – Além Guadiana

Joaquín Fuentes Becerra, presidente da associação oliventina Além Guadiana, salienta a importância da aquisição de dupla nacionalidade por parte de 80 habitantes de Olivença, «algo que está a fortalecer a consciência de identidade», sublinha. Para o dirigente, «a chama da cultura portuguesa nunca morreu em Olivença. Este é um processo de reencontro dos oliventinos com a sua História». Além destes 80 cidadãos que têm agora dupla nacionalidade, há mais de 90 pedidos em análise.

Vila Verde – Cantares ao desafio querem ser Património Imaterial da Humanidade

Depois do fado e do cante alentejano, é agora a vez de os cantares ao desafio ambicionarem o título de Património Imaterial da Humanidade, numa candidatura que está em embrião em Vila Verde, distrito de Braga.

Olivença – Dezenas de habitantes têm agora dupla nacionalidade

Oitenta habitantes de Olivença adquiriram recentemente a nacionalidade portuguesa, tendo sido entregues mais 90 pedidos junto do Estado português para obter a dupla nacionalidade, anunciou a associação Além Guadiana.

Alcoutim – Na aldeia de Martim Longo há 28 anos que se fazem bonecas de serapilheira

A “Ti” Josefa a apanhar lenha para o forno é uma das dezenas de pessoas da aldeia de Martim Longo, Alcoutim, retratadas em bonecas de juta (serapilheira), produzidas numa oficina do interior algarvio há 28 anos.

Ílhavo – Memórias da pesca do bacalhau em livro

O capitão Valdemar Aveiro, natural de Ílhavo, acaba de lançar o quarto livro de memórias sobre a pesca do «fiel amigo». «Ecos do Grande Norte – Recordações da Pesca do Bacalhau» relata, na primeira pessoa, as aventuras e «estórias» da vida no mar. Foi apresentado a 20 de Dezembro no Museu Marítimo de Ílhavo.

Lisboa – Moradores do Martim Moniz recordam venda de perus de outros tempos

Numa altura em que a baixa lisboeta se enche de pessoas que procuram presentes de Natal, ainda há quem relembre os tempos em que centenas de perus desciam até ao Martim Moniz para serem vendidos na rua.