Arquivo para janeiro 2015 | Página mensal de arquivo

Minho – Associação pede legislação sobre certificação de artesanato

A Associação para o Desenvolvimento Regional do Minho (Adere-Minho) pediu esta semana, durante a inauguração da exposição que organizou na Assembleia da República, que o Governo implemente uma legislação que permita a certificação do artesanato regional.

Loulé – Museu dos Frutos Secos reaviva memórias moageiras locais

Em Loulé há um Museu que recupera tradições ancestrais ligadas aos frutos secos. Na rua Gil Vicente, no espaço que outrora acolheu uma antiga fábrica de transformação de alfarroba, amêndoa e figo, estão actualmente expostas máquinas e objectos ligados a esta actividade. Os visitantes ficam ainda a conhecer os processos de produção bem como o papel do trabalho moageiro no desenvolvimento deste concelho algarvio.

Açores – Orquestra Regional Lira Açoriana vai renascer mas com novo formato

O Governo dos Açores anunciou que vai recuperar o projecto da Orquestra Regional Lira Açoriana criado em 1998 para representar a região na Expo98, em Lisboa. A orquestra integrará elementos das diversas ilhas do arquipélago.

Guarda – Associação de Jogos Tradicionais da Guarda retoma ensino do jogo do pau

A Associação de Jogos Tradicionais da Guarda (AJTG) anunciou que retomou o ensino do jogo do pau junto dos alunos das escolas e da comunidade, com o objectivo de incentivar a sua prática na região. O jogo do pau português inspira-se num sistema milenar de defesa e ataque.

Alentejo – Municípios querem candidatar danças das saias alentejanas a Património da Humanidade

A Câmara de Alandroal pretende avançar, em parceria com outros municípios alentejanos, com a candidatura das saias, danças tradicionais do Alto Alentejo, e do cante ao despique a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

Os Vinhos Brancos Portugueses

Há 25 anos, a globalização da economia no setor do vinho surgiu como uma oportunidade de projeção para alguns países considerados pouco reconhecidos, entre eles, Grécia, Áustria e Hungria. França e Itália sempre estiveram no centro das atenções, contudo algumas regiões menos conhecidas têm vindo a emergir desde essa altura.

Para além dos vinhos fortificados que fazem parte de um nicho de mercado específico, os vinhos tranquilos Portugueses continuam a passar despercebidos. Este facto deve-se em parte, ao facto de Portugal sempre ter recusado destacar uvas internacionais como cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e sauvignon blanc, em detrimento das suas castas indígenas inumeráveis.

A internacionalização era uma fórmula infalível para captar a atenção mundial. Contudo esse foco mudou para o que é distintivamente local e os críticos americanos de vinho começaram a interessar-se por alguns cabernet portugueses de 100 pontos.

O vinho Português tem capturado a imaginação em alguns casos específicos: o Vinho Verde que se vendeu muito bem nos Estados Unidos, nos últimos anos, apreciado especialmente no verão; o Colares, um dos vinhos mais fascinantes do mundo, graciosos mas intensos, com um grande potencial de envelhecimento ao longo de décadas.

O painel de vinho não tem ignorado Portugal, têm pago visitas regulares aos seus vinhos tintos, mais recentemente, em 2012, aos tintos do Douro, a região portuária histórica. Contudo, nunca tinha surgido o interesse de realizar uma degustação dos brancos portugueses. Eric Asimov, colunista do The New York Times, depois de Matt Kramer, da revista Wine Spectator ter comentado alguns vinhos brancos que tinha descoberto em Portugal. Asimov ouviu também outras rapsódias sobre a qualidade dos brancos portugueses e concluiu que valeria a pena investigar.

Leia o artigo completo em: http://www.nytimes.com/2014/06/11/dining/tasting-portuguese-white-wines.html?_r=1

Fonte:  Wines of Portugal

Vinhais – Feira do Fumeiro resiste à concorrência e à crise

Uma família gastar 250 a 300 euros nos enchidos mais caros do país é uma realidade que tem resistido à concorrência e à crise na Feira do Fumeiro de Vinhais, que regressa entre 5 e 8 de Fevereiro.

Mogadouro – Aldeia de Brunhosinho recorda a antiga «chocalhada» para afastar pragas e lobos

A aldeia de Brunhosinho, no concelho de Mogadouro, está apostada em recuperar uma «ancestral chocalhada», que tinha por missão afastar as pragas, doenças e até os lobos dos rebanhos que circundavam a população.

Centro – Amigos da Serra da Estrela propõem percursos pedestres para desenvolver turismo

A Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela (ASE) apresentou, em Manteigas, a ideia para a criação de um circuito de percursos pedestres para captar turistas e dinamizar o turismo de montanha naquela região.

Lisboa – Capital tem 20 palácios abandonados e em ruínas

A cidade de Lisboa tem cerca de 20 palácios históricos abandonados e em ruínas e, por isso, susceptíveis de serem alvo de especulações, situação que vai ser debatida no sábado (24 de Janeiro) numa conferência sobre o tema.