ViniPortugal promove vinhos portugueses na Alemanha

No dia 15, na capital da Baviera, decorre o Wine&Dive Portugal, que consta de um jantar harmonizado com vinhos portugueses, para cerca de 50 consumidores, que será conduzido pelo jornalista e especialista em Vinhos de Portugal David Schwarzwalder.
 
No dia seguinte, ainda em Munique, e fruto de uma parceria com a BMW, é apresentada a marca Wines of Portugal. Este evento consistirá numa prova clássica de vinhos com a presença de 22 agentes económicos. Serão ainda realizadas acções paralelas ligadas ao vinho e à gastronomia. O objectivo é proporcionar aos convidados uma verdadeira experiência de Portugal, num ambiente sofisticado e diferenciador, que vai além da experiência vínica. 
 
Já em Berlim, a 17 de Setembro, decorrerá o Wines of Portugal Campus- Berlin que a ViniPortugal organiza pelo 3.º ano consecutivo. Trata-se de um evento dedicado à educação, exclusivo para profissionais e que será em formato de conferência de vinhos portugueses intercalada com uma prova clássica. Contará com a presença de cerca de 120-150 profissionais do sector do vinho. 
 
Esta conferência de um dia, com diferentes workshops e seminários, inclui uma prova que conta com a presença de 25 agentes económicos e 1 CVR (Tejo). Este será um evento exclusivo para profissionais de primeira linha, on e off trade, permitindo trocar impressões, discutir e aprofundar o conhecimento sobre vinhos portugueses e conhecer em profundidade os projectos das empresas presentes.
 
O Wines of Portugal Campus inclui ainda uma Academia Vinhos de Portugal Nível Iniciação e 4 workshops que serão conduzidos por oradores de renome no mercado alemão: David Schwarzwalder- Academia Initiation, Hendrik Thoma (MS)- The art of  blending, Christina Fisher- Food Pairing-the basics and WPT Challenge 2018 e Sebastian Bordthauser- Tejo- Hot Days, Cold nights, Cool wines. No final será aberta uma prova de vinhos portugueses para todos os profissionais presentes no evento. Esta será a oportunidade, para cada um dos produtores, de participar com os seus vinhos nestes eventos paralelos e dar a conhecer os vinhos que se destacaram no Concurso Vinhos de Portugal 2018.
 

Fonte:  Wines of Portugal

Prova comentada por Julia Scavo

Julia Scavo, sommelier e Master of Port, estará no dia 20 de Agosto na cidade do Porto a comentar vinhos de 5 regiões e 10 castas diferentes. A harmonização perfeita entre Vinho do Porto e chocolate também será provada durante esta iniciativa. Aproveite a oportunidade única de assistir aos comentários de Julia Scavo sobre alguns dos melhores vinhos portugueses. Com o seu vasto conhecimento de vinhos, Julia brilhou em inúmeros concursos e competições internacionais, nas quais sempre demonstrou ser uma das melhores do mundo.

A prova tem início às 16h nas instalações do IVDP, os lugares são limitados e a inscrição tem o valor de 65 euros. Para mais informações contacte gvv.prof@gmail.com


Fonte:  Wines of Portugal

Forte de Santo António da Barra

Em S. João do Estoril, com acesso pela Avenida Marginal, o Forte de Sto. António da Barra, de Salazar ou Forte Velho está aberto ao público aos fins de semana e feriados das 10h00 às 18h00. Entrada gratuita.

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A facilidade do desembarque em Cascais e da marcha das tropas comandadas pelo Duque de Alba, aquando da invasão de 1580, demonstraram algumas fragilidades do sistema de defesa da Barra do Tejo. Em finais de 1589, D. Filipe I de Portugal ordenou, assim, incluir nos planos de defesa de Lisboa a construção de uma fortaleza entre Cascais e S. Julião da Barra.

O fogo de artilharia podia, também, travar navios inimigos que pretendessem rumar a Lisboa pela “barra pequena”, o canal mais próximo de terra. O projeto da Fortaleza de Santo António da Barra – assim designada por invocação ao mosteiro franciscano do Estoril – foi entregue ao engenheiro italiano Frei Vicêncio Casale.

A 23 de dezembro de 1589 informou o monarca, já Filipe II de Portugal, de que havia selecionado o local ideal para «tirar o desembarque e a água de beber ao inimigo» e impedir a sua passagem pelo «canal para esperar maré e o vento próprio». Ainda que inicialmente propusesse a construção de uma fortificação de pequenas dimensões, acabou por se optar por uma construção de razoável tamanho, dotada de quatro baluartes angulares, postando do lado de terra os de porte mais avantajados.

Ao longo das faces internas dos baluartes virados ao mar desenvolveu-se uma construção muralhada retangular, onde se instalou a bateria baixa e organizou a entrada no recinto fortificado, rasgada na parede sudeste da muralha, antecedida por uma ponte levadiça. No interior e ao centro da estrutura abaluartada montaram-se os quartéis dos soldados e os armazéns, que se distribuíram por dois edifícios oblongos, separados por uma ala coberta, ao fundo da qual se implantou uma capela. Toda esta estrutura foi protegida por um amplo fosso, nos lados virados a terra, já que a bateria estava sobre a escarpa rochosa enfrentando o mar. A 16 de fevereiro de 1591 a fortificação estava apta a «meter gente e artilharia».

Após a restauração da independência, em 1640, D. António de Meneses, conde de Cantanhede, responsável pela reorganização e reforço do sistema defensivo da Barra do Tejo, descreveu o estado de conservação da forte como «miserável», em função do arruinamento de algumas das suas estruturas. Ainda assim estava operacional com três canhões de calibre 36, uma colubrina de calibre 18 e duas meias colubrinas de calibre 10, todas em bronze.

No ano de 1681 estavam ao serviço, para além do governador, 46 militares. Os efetivos tenderiam, porém, a diminuir até ao primeiro quartel do século XIX, quando contava apenas com um cabo e seis soldados. O mesmo sucederia com a capacidade de fogo, pois das quinze a dezoito peças de artilharia de que dispôs durante o século XVIII apenas subsistiam duas a quatro peças.

Danificado pelo terramoto de 1 de novembro de 1755, a fortificação foi alvo de obras de recuperação em 1762-63, no contexto da participação de Portugal na Guerra dos Sete Anos.

Também em 1831 esteve em obras. Em 1889 passou a dispor de um posto da Guarda Fiscal e em 1915 acolheu o campo de férias do Instituto Feminino de Educação e Trabalho de Odivelas, que aí se manteve até 2015.

Veio também, a partir de 1950, a ser escolhida como residência sazonal pelo Presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar, aí ocorrendo, a 3 de agosto de 1968, a célebre queda da cadeira, que o condicionou física e intelectualmente e lhe ditou a morte dois anos depois.

A Fortaleza de Santo António da Barra foi classificada como Monumento de Interesse Público pelo Decreto n.º 129/77, de 29 de setembro. 

A 13 de março de 2018 a Câmara Municipal de Cascais celebrou com o Ministério da Defesa Nacional um protocolo de cooperação para a fruição do forte pela pelo prazo de um ano para limpar, dinamizar e garantir a integridade do imóvel.

Nota: Este texto foi adaptado de Boiça, Joaquim, coord, Barros, Maria de Fátima Rombouts de, Ramalho, Margarida de Magalhães. - As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais. Braga : Livros Quetzal S. A., 2001. ISBN 972-564-509-x;

Português, Portugal
Imagem: 
Cost: 
Gratuito
Classification: 
5.00
Address: 
Estrada Marginal S. João do Estoril
Address Title: 
Forte de Santo António
Freguesia: 
Cascais e Estoril
Coordenadas GPS: 
38.698426, -9.383994
Weekend days: 
SAB. DOM. E FERIADOS
Weekend schedule: 
10h00-18h00
Destaque: 
Categorias: 
Museus
Descrição: 

Em S. João do Estoril, com acesso pela Avenida Marginal, o Forte de Sto. António da Barra, de Salazar ou Forte Velho está aberto ao público aos fins de semana e feriados das 10h00 às 18h00. Entrada gratuita.

A Fortaleza de Santo António da Barra foi classificada como Monumento de Interesse Público pelo Decreto n.º 129/77, de 29 de setembro. 

A 13 de março de 2018 a Câmara Municipal de Cascais celebrou com o Ministério da Defesa Nacional um protocolo de cooperação para a fruição do forte pela pelo prazo de um ano para limpar, dinamizar e garantir a integridade do imóvel. 

Nota: Este texto foi adaptado de Boiça, Joaquim, coord, Barros, Maria de Fátima Rombouts de, Ramalho, Margarida de Magalhães. - As Fortificações Marítimas da Costa de Cascais. Braga : Livros Quetzal S. A., 2001. ISBN 972-564-509-x;

Descubra a história em cascaiscultura.pt ou Agenda Cascais.pt

Votos: 
4

Alteração de utilização

Português, Portugal
ID Formulário: 
527

Vinhos de Portugal premiados no Canadá

Portugal somou 3 medalhas de Grande Ouro com os Reguengos, Reserva dos Sócios 2014 da Carmim e Dalva Vintage 2015 e Dalva tinto 2004 da Casa Santos Lima. Para além dos 3 grandes ouros, os Vinhos de Portugal arrecadaram 43 medalhas de ouro e 20 medalhas de prata. 
 
Em 2018, foram avaliados cerca de 1776 vinhos de 31 países.Os vencedores das medalhas Grande Ouro e prémios especiais foram anunciados no Judges Recognition Soirée que aconteceu no Quebec Garrison Club no dia 28 de maio. Durante quatro dias intensos, um painel de prestígio e objetivo premiou um total de 524 medalhas: 8 medalhas de Grande Ouro, 370 medalhas de ouro e 146 medalhas de prata, mais 5 preços especiais.
 
Conheça a lista completa de premiados aqui.
 
 

Fonte:  Wines of Portugal

Feira Terra de Maio

A Feira tem como objetivo a promoção e o incremento dos produtos tradicionais de qualidade, (...)

A Feira tem como objetivo a promoção
e o incremento dos produtos
tradicionais de qualidade, dos saberes
que a memória ainda guarda, da
gastronomia, dos vinhos do Algarve,
do sal de Castro Marim, da cabra de
raça algarvia, do folclore e da música
popular portuguesa.

Douro, Dão e Alentejo destacam-se no Concurso Vinhos de Portugal 2018

A capacidade nacional de produção de vinhos de qualidade voltou a ser reconhecida em mais uma edição do Concurso Vinhos de Portugal. Um total de 369 medalhas, das quais 36 na categoria Grande Ouro, 126 de Ouro e 207 de Prata atestam a excelência do vinho nacional. O Douro foi a região que recebeu mais medalhas Grande Ouro do júri, recolhendo 7 medalhas, seguindo-se a região do Dão, com 6 medalhas, e Alentejo, com 5 medalhas.
 
Os vencedores foram conhecidos esta sexta-feira à noite na gala de entrega de prémios do Concurso Vinhos de Portugal, que se realizou no Convento do Beato, e que contou com a presença do ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, e do secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, Luís Medeiros Vieira.
 
Os grandes prémios do Concurso Vinhos de Portugal, que distinguem os melhores entre os 369 vinhos premiados, foram distribuídos pelas regiões Porto e Douro, Alentejo, Vinhos Verdes, Tejo, Beira Atlântico e Minho:
 
"O Melhor do Ano"
Touriga Nacional Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Crasto, S.A

"O Melhor do Ano Licoroso"
DR Porto 30 Anos | DOP Licoroso Porto | Produtor: Agri-Roncão Vinícola Lda.

"O Melhor do Ano Varietal Tinto"
Touriga Nacional Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Crasto, S.A.
 
"O Melhor do Ano Branco Especial"
Falcoaria Late Harvest (2014) | DOP do Tejo | Produtor: Casal Branco Sociedade de Vinhos S.A.
 
"O Melhor do Ano Varietal Branco"
Alvarinho Deu La Deu Premium (2015) | DOP Vinhos Verdes | Produtor: Adega Cooperativa e Regional de Monção, CRL
 
"O Melhor do Ano Varietal Branco"
Aveleda Reserva da Família Alvarinho (2016) | IGP Minho | Produtor: Aveleda, S.A.
 
 "O Melhor do Ano Vinho Tinto"
Passadouro Reserva Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Passadouro Sociedade Agrícola Lda
 
"O Melhor do Ano Vinho Branco"
Private Selection Branco (2016) | IGP Alentejano | Produtor: Esporão Vendas & Marketing
 
"O Melhor do Ano Espumante"
Flutt Branco Espumante (2015) | IGP Beira Atlântico | Produtor: PositiveWine Lda.
 
Mais de 160 jurados nacionais e internacionais avaliaram os 1307 vinhos, produzidos por 372 agentes económicos, que estiveram a concurso e premiaram a qualidade apresentada. Todas as regiões vitivinícolas portuguesas foram premiadas. A lista completa de premiados está disponível no site do Concurso Vinhos de Portugal e pode ser consultada aqui.
 
Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, faz um balanço positivo da edição 2018 do Concurso Vinhos de Portugal. “O Concurso Vinhos de Portugal constitui uma oportunidade de excelência para a promoção da marca Vinhos de Portugal/Wines of Portugal. Ao longo de uma semana são criadas oportunidades para dar a conhecer junto de especialistas internacionais a diversidade de vinhos de qualidade que Portugal produz, não só através dos momentos de avaliação do Concurso mas também através do contacto direto com os agentes económicos, em jantares vínicos e visitas a produtores, bem como com a realização de master classes dedicadas ao vinho português”.
 
“O Concurso é uma das grandes apostas do Plano de Promoção que a ViniPortugal desenvolve ao longo do ano. Levar os produtores nacionais a apostarem na melhoria contínua da qualidade e da diferenciação dos seus vinhos, incentivá-los a reforçar a aposta na comunicação e na capacidade de negociação e continuar a elevar a notoriedade dos vinhos portugueses junto de influenciadores e decisores estrangeiros que se deslocam até ao nosso país são os objetivos desta iniciativa. Acreditamos que este é o caminho para Portugal continuar a afirmar-se como o próximo hotspot di panorama internacional do vinho”, conclui Jorge Monteiro.  
 
À semelhança das edições anteriores, o Concurso Vinhos de Portugal 2018 teve uma primeira fase, realizada no CNEMA, em Santarém, na qual cada vinho foi apreciado em prova cega por um júri composto por especialistas em vinhos, nacionais e internacionais, entre enólogos, jornalistas, sommeliers e outras entidades ligadas ao vinho. Com base nas escolhas feitas na 1.ª fase do Concurso, o Grande Júri, composto por John Szabo MS (Canadá), Evan Goldstein (EUA), Dirceu Vianna Junior MW (Brasil e Reino Unido), Andrés Rosberg, presidente da ASI (International Sommelier Association) e por Luís Lopes, presidente do Concurso, e Bento Amaral em representação de Portugal, escolheram os grandes vencedores do Concurso Vinhos de Portugal, atribuindo as medalhas Grande Ouro e os Melhores do Ano.
 
O Concurso Vinhos de Portugal é uma iniciativa da ViniPortugal que pretende ser um ponto de encontro e de troca de experiências entre produtores e especialistas de todo o mundo reafirmando a aposta na produção nacional de vinho de qualidade com o intuito de se afirmarem enquanto produtos de excelência nos mercados de exportação. É neste sentido que os vinhos distinguidos com as Medalhas Grande Ouro e Ouro no Concurso Vinhos de Portugal terão presença garantida em eventos internacionais de excelência a realizar em 2018, como a ProWine Shanghai, Romantic Encounter do Japão, o Campus Hamburgo e as Provas de Varsóvia, Luanda, Zurique, Nova Iorque e Oslo e ainda para momentos de degustação ao longo do ano no Museu La Cité du Vin.
 

Fonte:  Wines of Portugal

Grande Prémio de Portugal F1H20

Portimão receberá, uma vez mais, as melhores equipas e os melhores pilotos que competem nesta classe rainha da motonáutica.

Portimão receberá, uma vez mais,
as melhores equipas e os melhores
pilotos que competem nesta classe
rainha da motonáutica

Concurso Vinhos de Portugal arranca no dia 14 de Maio em Santarém

Ao longo de uma semana, a qualidade dos vinhos portugueses vai estar em foco no Concurso Vinhos de Portugal. De 14 a 18 de Maio, mais de 1300 vinhos, produzidos por 372 agentes económicos, vão ser provados e avaliados por mais de 160 jurados, onde se contam reputados especialistas internacionais que se deslocam propositadamente a Portugal para o efeito. O momento alto de uma semana dedicada à promoção do vinho nacional será a gala de entrega de prémios, que terá lugar no dia 18 de Maio, no Convento do Beato, em Lisboa.

O Concurso Vinhos de Portugal, uma iniciativa da ViniPortugal, arranca com a realização de provas, entre 14 e 16 de Maio, no CNEMA, em Santarém, destinadas a avaliar os 1307 vinhos inscritos na edição de 2018. Cada vinho será apreciado em prova cega por um júri composto por especialistas em vinhos, entre enólogos, jornalistas, sommeliers e outras entidades ligadas ao vinho. Dos 160 jurados presentes em Santarém, 30 são provenientes de países estrangeiros, como os EUA, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Brasil, França, China, Espanha, Coreia do Sul, Hong Kong, Taiwan, Angola, Rússia, Noruega, entre outros. Cerca de 440 vinhos serão avaliados em cada dia de prova no CNEMA.

Com base nas escolhas feitas na 1.ª fase, o Grande Júri do Concurso vai reunir nos dias 17 e 18 de Maio no IVV para atribuir as medalhas Grande Ouro e os Melhores do Ano, as distinções principais da iniciativa. O Grande Júri volta a contar com especialistas de renome internacional, nomeadamente John Szabo MS, do Canadá, Evan Goldstein, dos EUA, Dirceu Vianna Junior MW e Andrés Rosberg, presidente da ASI (Association de la Sommellerie Internationale), que se juntam a Luís Lopes, presidente do Concurso, e Bento Amaral. Os vencedores da edição 2018 serão anunciados na gala que se realizará no dia 18 de Maio no Convento do Beato, em Lisboa, a partir das 19h30.

 

Para além de ser um momento de avaliação da qualidade dos vinhos portugueses, o Concurso Vinhos de Portugal é também uma oportunidade de divulgação da marca Wines of Portugal e de afirmação de Portugal como um país produtor de vinho de qualidade junto de especialistas e influenciadores internacionais. O programa da iniciativa inclui ações dirigidas aos jurados internacionais nomeadamente a realização de master classes, para dar a conhecer a diversidade e especificidades dos vinhos nacionais, jantares vínicos e visitas a produtores, dando a conhecer no terreno alguns projetos de sucesso na produção de vinhos de excelência de diferentes regiões do País.

 

Agenda:


14 a 16 de Maio: Provas no CNEMA, em Santarém.

Horário: Das 9h às 13h

 
18 de Maio: Gala de entrega de prémios do Concurso

A partir das 19h30, no Convento do Beato, em Lisboa

 

Fonte:  Wines of Portugal

A Ballet Story

 A Ballet Story tem como ponto de partida o ballet Zephyrtine, de David Chesky. 

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